quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Tal qual um anjo


Em fragmentos a vida se faz, momentos prazerosos e dolorosos,

Já ha alguns anos de caminhada surpreso ao me deparar com o presente,

Presente esse que já se faz único, se faz diferente, se eterniza dentro de mim,

E já não são mais dias como outros qualquer, as horas já não são as mesmas,

A marcação de tempo agora esta diferente, e maquinas humanas já não dão conta,

Até os sabores em minha boca estão confusos, estranhos a ponto de me tirar a fome,

Pois agora ela só quer o sabor dos teus beijos,

Se o tempo lá fora esta frio ou calor já não me importa mais,

Já que o que sinto agora é a temperatura de tuas palavras, o calor de teus braços,

Teu olhar, sua voz, suas mãos ao me tocar, você, você...


Beto Uchôa

domingo, 4 de dezembro de 2011

Quem é Corinthiano entende o que ele esta falando,

entende o que ele fez, entende o que é amar S2

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pouco importa

Na verdade não importa, nada importa,
Você é o que você é,
Aos olhos de segundos e terceiros você nunca será,
Então seja você para você mesmo,
Para que sejas feliz em ti mesmo,
O que viveu, o que conheces,
Realmente só importa para ti mesmo,
Viva,
Eu vivo por mim,
Já não me impota o que pensas sobre isso,
Se escutares rumores sobre,
Rumores bons ou ruins,
Pouco me importa,
Conheças a ti mesmo, primeiro,
Depois conheças um pouco de mim.

Beto Uchôa

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

29


Obrigado senhor,
Já são 29 anos, 29 primaveras,
Obrigado pela saúde que me acompanha,
Pelos meus órgãos estarem funcionando bem,
Pela minha família,
Pelos meus amigos e inimigos,
Pela namorada que tenho,
Pelos meus mentores à me auxiliar,
Por ter um lindo time para torcer,
Pelo mundo em que vivo,
Obrigado por estar vivo e vivendo,
Enquanto muitos já não podem mais.

Beto Uchôa



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

"Abstinência Poética"

Que droga é essa...
Que entorpece, acalma e acelera o coração?
Será que sou viciada?
E essa crise é só abstinência?
Eu sempre recaio!
E o maldito efeito... sempre passa

Nos torna dependentes...
Químico, psíquico e indecifrável
Orgânico ou sintético?
Prefiro morrer de overdose
Que viver lentamente da cura.

Onde estão os incuráveis...
Aqueles traficantes de suspiros e inspiração?
Esse vício tem cura?
Pode me matar?
Eu sempre recaio!
E o maldito efeito... sempre passa

Depois vem o vazio...
A cinza, a abstinência... a sanidade
Que loucura é essa???
Moribundos perambulantes de corredores brancos.
Desnutridos, pálidos e cálidos.
Num coma profundo de inércia...
À respirar sem o coração bater.
Prefiro morrer de overdose
Que viver lentamente da cura.


Simplesmente KEL
16 de Outubro de 2011